Clube Atlético São Paulo

Desde 1888

O mais antigo Clube de São Paulo

O Clube de Charles William Miller

...que trouxe o futebol para o Brasil

Um Clube centenário, de tradições britânicas

Quem somos

O SPAC é uma associação de caráter esportivo-amador, sem qualquer finalidade econômica. Foi fundado em 1888 sob a denominação “The São Paulo Athletic Club”, com seus estatutos originais publicados no “Diário Oficial do Estado de São Paulo”, edição de 23 de março de 1906 e registrado sob o nº 178, em 7 de abril daquele ano, no Livro de Inscrição de Sociedades Civis do Registro de Imóveis da Primeira Circunscrição desta Capital.

O Clube tem sua Sede na Capital do Estado de São Paulo, na rua Visconde de Ouro Preto, 119, e filial na Av. Atlântica, 1.448.

Tem por fim promover entre seus associados jogos sempre de caráter amador, não profissional, bem como manter um centro de convivência social, dispondo para tanto de instalações e acomodações necessárias. Poderá exercer qualquer atividade que melhor permita o desenvolvimento de seus objetivos.

Como tudo começou….

(Trechos do Livro Charles William Miller 1894 * 1994, por sr. John R Mills) 

Em São Paulo, os primeiros esportistas de que se tem conhecimento foram os funcionários da São Paulo Railway, que chegando de sua nativa Inglaterra, traziam os esportes que lá praticavam, sendo naquela época o jogo de Cricket (críquete) o mais popular.
Os primeiros indícios de jogos de críquete são dos anos 70, com uniformes trazidos da Inglaterra, impecavelmente brancos, e teriam sido disputados num campo perto da “Ponte Pequena”, antes do Rio Tietê, quando os carros eram puxados por mulas e somente esses podiam transitar por lá.

Na década de 80 as atividades esportivas dos funcionários da São Paulo Railway e outros britânicos que já vinham chegando para a Companhia de Gás, Bancos, Telégrafo e outras empresas, foram transferidas para a Chácara da família Dulley. Charles Dulley, de nacionalidade americana, tinha se estabelecido na província de São Paulo, e casou-se com Ana Fox, da numerosa Família Fox. Ofereceram sua chácara no Bom Retiro para as primeiras atividades esportivas dos britânicos, assim tornando-se o berço dos esportes paulistas.

Os ingleses, ainda que em número pequeno, traziam os hábitos de sua terra. O críquete era seu passatempo preferido, seu divertimento de fim de semana.
Enquanto isso, São Paulo estava mudando. Empresas britânicas multiplicavam-se para explorar as oportunidades comerciais que São Paulo oferecia.

A primeira empresa a ter serviço regular de navios entre o Brasil e a Grã-Bretanha, em 1851, foi a Royal Mail Steam Packet Co. Ltd., que seria conhecida como a “Mala Real Inglesa”, e inúmeros navios traziam gente nova das distantes cidades de Southampton e Liverpool para aqui se estabelecerem.

 

Charles William Miller – O Mais Ilustre Associado do SPAC


                            

John Miller, que tinha chegado à terra paulistana ainda solteiro, casou-se com Carlota Alexandrina Fox, ou “Tia Carlota”, como seria conhecida pela grande Família Fox. Eles tiveram um filho, batizado como Charles William Miller, considerado o “Pai do Futebol Brasileiro”, ou “Introdutor do Esporte Bretão” no Brasil.

Charles Miller nasceu no dia 24 de novembro de 1874 na chácara de seus avós maternos, Henry Fox e Harriett Mathilda Rudge Fox, na Rua Monsenhor de Andrade nº 24, no bairro do Brás, que décadas depois seria reduto dos imigrantes italianos que chegavam em São Paulo.

 Charles Miller, após concluir seus estudos preliminares seguiu para a Inglaterra, em junho de 1884 a fim de completar sua educação, como era costumeiro naqueles tempos para filhos britânicos. Ele tinha 9 anos quando foi enviado a Banister Court School, um ano antes da fundação do Southampton Football Club – então St. Mary’s Football Club.

 St. Mary’s, hoje conhecido mundialmente como Southampton Football Club, sendo um dos destaques da atual Premier League da Inglaterra (antiga Primeira Divisão), foi fundado em 1885 por um grupo de rapazes da YMCA (Associação Cristã de Jovens) associados a St. Mary’s, a paróquia de Southampton. Eles se reuniram com o Rev. A.B. Sole, quando decidiram fundar um clube de futebol, que seria chamado St. Mary’s Football Club, e o cônego, depois Arcebispo Wilberforce, foi seu primeiro presidente.

 A escola era uma grande instituição para um garoto com inclinações esportivas.

 Naquela época, naturalmente, estavam sempre de olho no melhor talento local e não ficavam constrangidos em convidar jogadores de clubes rivais para “amistosos”. Assim, aos 17 anos de idade, Miller foi escalado no jogo contra a equipe do Exército da Divisão de Aldershot. Esse jogo foi realizado no dia 18 de abril de 1892, no campo do Hampshire County Cricket Club.

 Miller aprendeu a jogar futebol durante este período de estudos na Inglaterra. Apesar de bom aluno, preocupava-se mais com o seu desempenho esportivo, sempre testando diversas posições, até encontrar aquela em que faria sucesso, a de atacante. Também jogava críquete e rugby, ocasionalmente.

 Podemos até imaginar o diálogo entre o professor do Banister Court School e o treinador do St. Mary’s: “Temos aqui na escola vários bons garotos que levam jeito para o futebol, especialmente um chamado Charlie Miller, que veio do Brasil, parece ter nascido para este jogo. Um raro talento, é tão bom como ouro. É um atacante nato e recomendo-lhe que o experimente, não vai se arrepender”.

 O “Southampton Times” comentou com certo desapontamento que os visitantes não trouxeram seu “melhor onze” e que pelo menos três jogadores titulares do “Southampton – St. Mary’s” estavam ausentes. St. Mary’s ganhou por 3 a 1 e Miller marcou um gol. Os comentários futebolísticos estavam nascendo, jornalistas frequentemente ignoravam as identidades dos jogadores, e as descrições das jogadas eram ambíguas e obscuramente imaginárias. Esse foi o batismo de Charles Miller no futebol inglês e não poderia ter sido mais auspiciosa a sua estreia.

Dois dias após este primeiro jogo, Charles Miller disputava outro que também viria a ter uma importância muito grande para o futebol brasileiro. Foi convidado para disputar um jogo amistoso pelo mais famoso clube amador da época na Inglaterra, o Corinthian Football Club (cujo nome serviu de inspiração para o clube brasileiro

O Corinthian Football Club foi fundado em Londres em 1882, e numa quinta-feira, 26 de outubro do mesmo ano, jogaram e venceram a sua primeira partida, derrotando o St. Thomas Hospital nos gramados de Lambeth Palace por 2 gols a 1.

Antes de voltar ao Brasil, foi agraciado pela escola em que estudava com um prêmio pela sua dedicação na organização do futebol e de outros esportes dentro do colégio.

Que futuro grandioso esperava pelo garoto Charles Miller, e assim como florescia a sua carreira esportiva no Banister Court School, ele também encontrou seu lugar no ataque do St. Mary’s e na Seleção de Hampshire.

Para sorte do futebol brasileiro, Charles Miller retornou à sua terra natal em novembro de 1894. Assim como muitos outros ingleses, na mala carregavam os “tesouros” com os quais ajudariam a difundir o jogo que eles tanto apreciavam na Inglaterra. Ao desembarcar em solo brasileiro, Charles Miller possuía em sua mala itens que dariam origem ao futebol no Brasil: um livro de regras do “Association Football”, adquirido numa loja de material esportivo em Southampton; uma camisa da equipe da Bannister Court School e outra do St Mary’s; duas bolas de capotão; um par de chuteiras e uma bomba de ar para encher as bolas.

 Entre 1902 e 1904, jogando pela equipe do São Paulo Athletic Club – SPAC, Charles Miller se tornou tricampeão paulista. Ele foi artilheiro do campeonato por duas vezes. Jogou no clube até 1910, quando encerrou sua carreira.

 Charles Miller faleceu em São Paulo, aos setenta e nove anos de idade, no dia 30 de junho de 1953. Nos últimos anos, sua esposa Antonieta Rudge cuidou dele. Quando o cortejo fúnebre passava vagarosamente entre o Hospital Samaritano e o Cemitério dos Protestantes, o jogo que estava em andamento no Pacaembu parou em homenagem ao “Pai do Futebol Brasileiro”.

No dia seguinte, todos os jornais, “O Estado de São Paulo”, “A Gazeta Esportiva”, a “Folha do São Paulo” etc., traziam longos artigos sobre a vida e obra de Charles Miller. Porém, o primeiro parágrafo do extenso obituário do “The Times of Brazil” parece-me o mais eloquente:

“Nenhum dos amigos fiéis de Charles Miller, que viram passar sobre ele as sombras da vida já há algum tempo, realmente lamentarão sua passagem para o estágio futuro no qual seu vigor prístino será a ele restaurado. Nós sentiremos pesar pela sua ausência, é verdade, porém esta passagem é inevitável para todos nós, e se podemos enfrentá-la tão agradavelmente como ele o fez tudo estará bem.

Ele deixa para trás um grande nome imaculado no esporte, sem mesquinharia ou inveja, e passa sobre nós com os melhores desejos de seus inúmeros amigos. Que mais pode um homem desejar? ”

“The Times of Brazil” prossegue em um precioso resumo: “Todos os que o conheciam gostavam dele, e sua simplicidade peculiar conquistava todos os corações. Nunca foi um homem espetacular, era simples e gentil demais, mas foi reservado para poucos capturar a imaginação de toda uma nação como ele fez.

Charles Miller tem sido para o futebol local algo como Charles Chaplin foi para o cinema. Ambos homens simples e de baixa estatura, porém com uma atração singular.

Charles Miller foi um verdadeiro esportista. Podia jogar futebol, críquete, tênis, ‘bowls’, bilhar e golfe com igual graça e facilidade. Também era um homem que jamais questionou uma decisão dos juízes ou pediu uma falta. Era sempre um cavalheiro em campo. Graças a Deus. Um anglo paulista precisa de muito para ser derrubado”.

 

Charles Miller e o SPAC


Charles Miller desembarcou no porto de Santos em novembro de 1894, aos 20 anos. E o ambiente perfeito para disseminar o futebol era o São Paulo Athletic Club, criado em 1888 principalmente para a prática de críquete. O jovem brasileiro passou a se reunir com os novos interessados pela modalidade ao final do verão, com a volta das atividades do clube após as férias. Para, enfim, ensinar as regras e realizar a partida histórica em 13 de abril de 1895.

Estranhou um pouco pois não viu nada de “football”, ou futebol, assim batizado em terra paulistana, pois nessa época o Clube estava muito arraigado do jogo de Cricket.

A ideia fixa na cabeça dele era difundir o “football”, que ele tanto tinha apreciado na Inglaterra. A missão de Charles Miller de introduzir o futebol no Brasil começou em 1952. Num depoimento neste ano à Revista “O Cruzeiro”, Miller relata como foi o primeiro treino em solo paulistano:

“Numa tarde fria de outono em 1895, reuni os amigos e convidei-os a disputarem uma partida de “football”. Aquele nome, por si só já era uma novidade, já que naquela época só conheciam o Crícket.

Os sócios do São Paulo Athletic Club não levaram o seu apego ao crícket e à tradição ao ponto de desprezar de todo o futebol. Estavam ansiosos para aceitar as novidades. Aos poucos foram-se aumentando os treinos na Chácara da Família Dulley, onde existe hoje a Rua Três Rios no Bom Retiro, e lá tiveram llugar, cada vez mais animados, esses treinos e bate bolas.

Miller já tinha começado a trabalhar na São Paulo Railway, e ensinava por lá o “bê-à-bá” do futebol; chutar a bola, cobrar laterais, pênaltis, driblar, tiros indiretos, “corners”, passes, marcação, o “chegar junto”. Esses ensinamentos entusiasmaram os britânicos  da SP Railway, os da Companhia de Gás e do London Bank;.

Esses treinos fechados valeram para que a cidade ficasse sabendo que lá pelos lados da Luz, do Bom Retiro, um grupo de britânicos maníacos punham-se a dar pontapés numa coisa parecida com bexiga de boi que entrava num retângulo formado por paus.

Pouco a pouco estava tudo propício para o primeiro jogo, em 14 de abril de 1895, disputado na Várzea do Carmo. Com mais traquejo e com maior número de praticantes, Miller convocou a turma para o primeiro cotejo regulamentar: “The Gas Work Team”, que era integrado por empregados da companhia, contra “The São Paulo Railway Team”, formado por funcionários desta ferrovia. Foi em 14 de abril de 1895. A “The Gas Work Team” venceu  a“The São Paulo Railway Team” por 4 a 2.

Charles Miller seguia com grande reputação graças ao talento que também exibia em campo. O SPAC e os outros clubes paulistanos, contudo, permaneceram limitados a amistosos até a virada do século. A iniciativa de se criar uma liga paulista e colocar uma taça em disputa só se concretizou em 1902. Como liderança do São Paulo Athletic Club, o atacante participou da fundação do torneio que reuniu outros cinco clubes paulistanos: o Germânia, o Internacional, o Mackenzie e o Paulistano.

Charles Miller seguiu como referência do São Paulo Athletic Club no bicampeonato em 1903. Anotou três gols na contestada campanha de sua equipe, especialmente pela atuação da arbitragem no novo jogo de desempate contra o Paulistano. Por fim, a posse definitiva da taça veio com o tri no Paulistão de 1904. Miller outra vez terminou a disputa como artilheiro, anotando nove gols. E, pelo terceiro ano consecutivo, o SPAC derrotou o Paulistano em uma partida-extra. O capitão marcou o tento decisivo na vitória por 1 a 0, ovacionado pela torcida no Velódromo ao receber o troféu.

E foi o primeiro jogo em terra paulista e brasileira o alicerce ou “pedra fundamental” que transformou esse novo jogo de futebol no “Esporte das Multidões”, e que transformaria o Brasil no “País do Futebol”.

(Trechos do Livro Charles William Miller 1894 * 1994, por sr. John R Mills)


O Conselho Deliberativo é um órgão formado por 30 membros eleitos em Assembleia Geral, dos quais pelo menos 20 membros deverão ser associados fundadores.

O mandato do Conselho Deliberativo é por prazo indeterminado, enquanto bem servirem ao Clube, avaliação que ficará a critério do próprio Conselho, através da maioria dos seus membros.

 

 São funções do Conselho Deliberativo:

  1. O Conselho deve eleger, dentre os seus membros, o seu Presidente, Vice-Presidente e Secretário;
  2. Devem cumprir e fazer cumprir o Estatuto do Clube;
  3. Devem deliberar sobre as propostas apresentadas pela Diretoria vigente;
  4. Devem tomar conhecimento sobre os Relatórios da Diretoria, Balanço e Contas;
  5. Devem preencher as vagas da Categoria “Associados Fundadores”;
  6. Devem fixar e rever periodicamente, quando solicitado pela Diretoria, as contribuições normais e extraordinárias que devem ser pagas pelos associados;
  7. Devem proclamar os associados Honorários;

8. Devem julgar as penas impostas pela Diretoria;
9. Autorizar a Diretoria a adquirir bens imóveis, autorizado em Assembleia Geral Extraordinária, nas condições previstas em Estatuto
10. Autorizar a Diretoria a praticar as operações financeiras que determinar, contrair empréstimos, emitir obrigações, debêntures e o que mais for de interesse do Clube;
11. Propor à Assembleia Geral Extraordinária a dissolução do Clube;
12. Punir Conselheiros que faltarem contra o Estatuto Social e Regulamento Interno do Clube;
13. Intervir na Administração do Clube e renomear outra Diretoria ou Diretores eventualmente destituídos, se necessário, por descumprimento ao Estatuto Social e Regulamento Interno do Clube;
14. Resolver sobre os casos omissos dos Estatutos.


Membros do Conselho

Alexandre Grain de Carvalho  
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Stapelfeldt
Celso José Alvarez    
Cícero de Toledo Piza Filho – Presidente
Edgard Calazans de Freitas
Eduardo Pontes BohnSecretário
Eric Charles Nice Jr.
Ernesto Cordeiro Marujo
Fabio Conte Medugno
João Francisco Farhat Kehdi
John Thomas McDonnell
José Ailton M. do Nascimento
Lucia Veiga de Barros
Peter James Nordqvist
Rafael Machado Jabor
Ricardo Boni Isique
Ricardo Zunder da Rocha
Richard Kumpis
Roberto Lojelo
Sergio Pancera
Thomas Antoine de Mol Van Otterloo
Ubirajara Ramos SaniniVice-Presidente
Wilson D’andarade Hoffmann
Conselheiros Servindo a Diretoria 
Thomas Edgar Bradfield
Miguel Juan Pryor
José Rafael Gavioli
Sergio Zunder da Rocha
Carlos Eduardo F. Neves

 

A Diretoria Executiva é o órgão executivo responsável pela administração do Clube, com mandado de 2 (dois) anos, constituída de 07 (sete) membros, tais como: Presidente, 1º Vice-Presidente, 2º Vice-Presidente, 1º Tesoureiro, Secretário, 2º Tesoureiro e Diretor de Santo Amaro. O Presidente deverá ser associado votante há mais de 08 (oito) anos, e os demais, associados votantes há mais de 05 (cinco) anos, permitida a reeleição apenas uma vez.

Dentre as competências da Diretoria Executiva estão:

  1. Cumprir e fazer cumprir fielmente o Estatuto Social, as deliberações do Conselho Deliberativo e suas próprias, bem como o Regulamento Interno;
  1. Admitir, suspender e demitir empregados;
  1. Determinar o melhor meio de receber dos associados as suas contribuições normais e extraordinárias;
  1. Elaborar e propor ao Conselho Deliberativo, o Regulamento Interno do Clube, estabelecendo as penas que julgar convenientes. Também propor ao Conselho Deliberativo as suas modificações quando entender necessário;
  2. Autorizar o pagamento das despesas extraordinárias, resolvendo todas as questões dentro dos limites e normas fixados pelo Estatutos;

6. Nomear Diretores auxiliares para as comissões que criar, e organizar os serviços internos;

7. Propor ao Conselho Deliberativo as medidas e providências que julgar conveniente ou necessárias;

8. Adquirir, por compra ou qualquer outra forma, os bens móveis necessários ao Clube, vender, ceder ou dispor de qualquer maneira, dos bens móveis pertencentes ao clube;

9. Autorizar o uso, gratuitamente ou não, das dependências do Clube, para reuniões de outras sociedades, beneficentes ou recreativas, sempre de maneira a não prejudicar os associados em suas atividades normais;

10. Praticar os atos para os quais receber autorização especial da Assembleia Geral ou do Conselho Deliberativo, nas condições que o mesmo determinar.

11. Elaborar e apresentar ao Conselho Deliberativo, na forma estabelecida neste Estatuto, orçamento anual, e sugerir valor das mensalidades a serem cobradas e respectivos reajustes, bem como o valor das Joias.



Membros Diretoria Biênio 2016 – 2017

Membros da Diretoria Cargo Atual 
Thomas Edgar Bradfield Presidente
Miguel Juan Pryor 1º Vice-Presidente
José Rafael Gavioli 2º Vice-Presidente
Sergio Zunder da Rocha Diretor Secretário
Francisco Rodrigues de Lira 1º Tesoureiro
Antonio Manoel Alves de Lima 2º Tesoureiro
Carlos Eduardo F. Neves Diretor Santo Amaro
Sergio V. de Mello Lopes Diretor de Esportes
Gabriel Baines Diretor de Esportes de Santo Amaro
Gustavo J. de Conti Medeiros Diretor Jurídico

Presidentes SPAC 1888 – 2016

 

1888 William Snape (Presidente Fundador)
1889/1905 W Speers
C Walker
P C Lupton
W F Rule
1906 R Gray
1907/1912 W F Rule
1913 P W Crewe
1914 C Stock
1915 W Whyte-Gailey
1916 D S Nelson
1917 J Whyte
1918 R Latham
1919 R Williamson
1920 P W Crewe
1923 L Latham
1924/26 E A Johnston
1927 N  Biddell
1928 R Williamson
1929 E Cunningham
1930 G B Hooper
1931 A E Holland
1932 E A Johnston
1933 H W Treacher
1934/35 A E Holland
1936/39 E Cunningham
1940/41 A E Holland
1942/43 H J S Boyes
1944/45 A E Holland
1946/47 A E Holland
1948 A Bennett
1949 B K E Evans
1950 B K E Evans e R H Weale
1951/52 L A Ide
1953/54 R S McNeill
1955 A Bennett
1956 C E Ferris
1957/58 R G  Holland
1959 C F King
1960 R G  Holland
1961/63 R H Weale
1964/65 H L Donavan
1966/69 R Taylor
1970/71 D V Hallawell
1972/74 D Wilson
1975/77 D Derian
1978/79 D Derian
1980/82 D Wilson
1983 P A Hughes e I F Pickford
1984 I F Pickford
1985/86 P J B Ford
1987/88 P J B Ford
1989/90 S V Harrison
1991/93 A D L Sladen
1993/94 P J B Ford
1995/96 T E Bradfield
1997/98 T E Bradfield
1999/00 M G E Smith
2001/01 M G E Smith e T E Bradfield
2002/03 T E Bradfield
2004/2005 M J Pryor
2006/08 J R Gaviolli
2009 J R Gaviolli
2009 M J Pryor
2010 A A A F Guedes
2011/12 A A A F Guedes
2013/14 J T McDonnell
2015 J T McDonnell
2016 T E Bradfield

 

 

Comissão Disciplinar

Você sabe o papel da Comissão de Ética e Disciplina do SPAC?

  • Os Membros da Comissão de Disciplina e Ética são convidados da Diretoria, não havendo eleições para concorrer a estes cargos.
  • A Comissão atua nas transgressões deliberadas de Normas Estatutárias ou Regulamentar, bem como desacato a qualquer membro do Conselho Deliberativo ou da Diretoria em exercício de suas funções;
  • A Comissão atua diretamente nos casos de mau comportamento nas dependências do Clube assim como no rigoroso cumprimento das disposições do Estatuto Social, Regulamento Interno e as resoluções da Diretoria a fim de estabelecer a ordem e o bom convívio entre todos;
  • Aconselha e/ou encaminha as medidas corretivas de ações praticadas por associados (as);
  • Coíbe transgressão deliberada de Norma Estatutária ou Regulamentar;Coíbe atos inadequados de ordem física ou verbal;
  • Coíbe atos de imoralidade e desrespeito nas relações entre associados (as) e/ou entre associados e colaboradores (as);
  • Coíbe desacato a qualquer membro do Conselho Deliberativo ou Diretoria Executiva em exercício de suas funções;
  • Coíbe atos de mau comportamento em nossas dependências (Sede e Santo Amaro);
  • Atua diretamente no cumprimento rigoroso do Estatuto, do Regulamento Interno e Resoluções de Diretoria, a fim de estabelecer a ordem e o bom convívio entre todos.

 

 Membros da Comissão de Disciplina e Ética 2016

 

  • Ruy de Mathis
  • Tatiane Carla Mohr Saes
  • Alberico dos Santos Júnior

Passo a Passo para Encaminhar um Ocorrência e Tempo de Resposta 

 

Parte das atribuições dos (as) Gerentes Administrativos é atuar nas questões do dia a dia do Clube, com reporte direto para o Presidente e/ou Membros da Diretoria Executiva, apresentando projetos e planos de ação para melhorar a experiência dos usuários do Clube em todos os setores e serviços prestados.

As Gerências devem trabalhar em conjunto na busca pelo consenso, visando boas práticas de gestão para melhor servir aos associados.

Os Gerentes respondem pelas áreas de Manutenção, Financeira, Recursos Humanos, Secretaria, Atendimento ao Associado, Esporte, Cultural e Social, capacitando, avaliando, analisando, planejando, desenvolvendo, aprimorando todos os serviços disponíveis aos usuários do SPAC.

Entre as competências dos Gerentes estão:

  • Coordenar e elaborar planos de ações diversos;
  • Analisar relação custo x benefício de qualquer implementação;
  • Supervisionar as atividades dos Departamentos sob sua gestão;
  • Controlar os contratos administrativos e financeiros;
  • Reduzir custos e propor projetos para arrecadação de receitas;
  • Fiscalizar o devido cumprimento dos termos previstos em Regulamento Interno e Estatuto Social por associados (as), funcionários (as) e prestadores de serviço;
  • Responsabilizar-se e comprometer-se pelo bom ambiente de trabalho;
  • Manter-se atualizado quanto às legislações concernentes às atividades de Clubes Sócio Esportivos;
  • Proporcionar interação e envolvimento participativo nas ideias, projetos e execução dos trabalhos.

Conheça quem são os responsáveis por cada setor

Gerência Administrativa Financeira

Responsável: Paulo Escudeiro | admfinanceiro@spac.org.br

  • Departamento Financeiro;
  • Recursos Humanos;
  • Tecnologia da Informação;
  • Compras/Almoxarifado;
  • Limpeza/Portaria.

 

Gerência de Esportes 

Responsável: Ricardo Amirato | esportes@spac.org.br

  • Academia;
  • Modalidades Aquáticas;
  • Modalidades de Danças;
  • Modalidades de Lutas;
  • Modalidades de Ginásticas;
  • Escola de Esportes;
  • SPAC Kids;
  • SPAC Teens;
  • Esportes Santo Amaro.

 


O Estatuto Social e Regulamento Interno são o DNA de uma empresa e servem como diretrizes para um melhor convívio entre membros da mesma associação.

É dever de todos os associados o pleno conhecimento e total cumprimento dos termos previstos  em Regulamento e Estatuto pois isto representa o respeito de nossos usuários com os demais frequentadores, sejam eles outros associados, convidados, funcionários e prestadores de serviços.

A responsabilidade de um SPAC cada vez melhor é de todos nós!

Clique nos anexos e conheça melhor as regras que regem o Clube Atlético São Paulo.